1.) Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila. O cartório eletrônico, já está no ar!www.cartorio24horas.com.br Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet. Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.
2.) DIVULGUE. É IMPORTANTE: AUXÍLIO À LISTA
Telefone 102... não! Agora é: 08002800102 Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes...... NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO. SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO.
3.) Importante: Documentos roubados - BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98
Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como: Habilitação (R$ 42,97);Identidade (R$ 32,65);Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11).. Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa. |
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
4 direitos que temos e não são divulgados!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Millôr Fernandes
No principio era o verbo. Defectivo, naturalmente.
Como não é machista, sempre que a frase tem maioria de mulheres o autor usa o pronome feminino [comentando a frase: "Ivan Pinheiro Machado, com as editoras Fernanda Veríssimo e JÓ Saldanha tomaram para elas a próprias..."]
Entre o porque e o por quê a mais bobagem gramatical do que sabedoria semântica.
Por quê? É filosofia. Porque é pretensão.
Está bem, lingüista, se dois é ambos, por que três não é trampos?
As palavras nascem saudáveis e livres, crescem vagabundas e elásticas, vivem informes, informais e dinâmicas. Morrem quando contraem o câncer do significado definitivo e são recolhidas ao CTI dos dicionários.
Devemos ser gratos aos portugueses. Se não fossem eles estaríamos até hoje falando tupi-guarani, uma língua que não entendemos.
É evidente que no princípio foi a interjeição, insopitável pelo espanto diante do fogo, do raio. Depois foi o substantivo para designar a pedra e a chuva. E logo o adjetivo, que fazia tanta falta para ofensas. Mas eles continuam insistindo em que no princípio era o verbo.
Que língua, a nossa!
A palavra oxítona é proparoxítona.
Extraído do Livro:
Millôr Definitivo - A bíblia do caos
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Veríssimo é Veríssimo!
-Assim ?-É. Assim.
-Mais depressa ?
-Não. Assim está bem. Um pouco mais para...
-Assim ?
-Não, espere.
-Você disse que...
-Eu sei. Vamos recomeçar. Diga quando estiver bem.
-Estava perfeito e você...
-Desculpe.
-Você se descontrolou e perdeu o...
-Eu já pedi desculpa !
-Está bem. Vamos tentar outra vez. Agora.
-Assim ?
-Um pouco mais pra cima.
-Aqui ?
-Quase. Está quase !
-Me diga como você quer. Oh, querido...
-Um pouco mais para baixo.
-Sim.
-Agora para o lado. Rápido !
-Amor, eu...
-Para cima ! Um pouquinho...
-Assim ?
-Aí ! Aí !
-Está bom ?
-Sim. Oh, sim.
-Pronto.
-Não ! Continue.
-Puxa, mas você..
-Olha aí... Agora você...
-Deixa ver...
-Não, não. Mais para cima.
-Aqui ?
-Mais para o lado.
-Assim ?
-Para a esquerda !! O lado esquerdo !
-Aqui ?
-Isso ! Agora coça.
Luís Fernando Veríssimo
Como é ridículo o amor alheio!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
ahhhhhhhh enfim SEXTA...
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
COM DIREITO A ABRAÇOS, PRESENTES, MENSAGENS, E OUTROS TALVEZ UM APERTO DE MÃO, MAS DE QUALQUER FORMA É UMA GRANDE CELEBRAÇÃO...
HOJE CELEBRO 22 ANOS DE SAÚDE, PAZ, AMOR E UNIÃO...
E PRETENDO CELEBRAR POR MAIS, NO MÍNIMO, SESSENTA ANOS, COM SAÚDE E PAZ INTERIOR.
OBRIGADA A TODOS QUE LEMBRARAM, AQUELES QUE NÃO LEMBRARAM MAS AINDA VÃO LEMBRAR E AGRADEÇO ACIMA DE TUDO POR TODOS ME PERMITIREM FAZER PARTE DAS SUAS VIDAS!
GRANDE ABRAÇO, BEIJO OU APERTO DE MÃO.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
De repente tudo mudou...
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
“O coração da mulher é assim, parece feito de palha, incendeia-se com facilidade, produz muita fumaça, mas em cinco minutos é tudo cinza que o mais leve sopro espalha e desvanece.”
“Em certos corações o amor é assim, tudo quanto tem de terno, de dedicado, de fiel, desaparece depois de certas provas e transforma-se num incurável ódio.”
“Há uma coisa ainda pior do que um inimigo é um mau amigo”
“Se meus suspiros pudessem
aos teus ouvidos chegar
verias que a paixão
tem poder de assassinar.
Não são de zelos os meus queixumes
nem de ciúmes abrasados
são das saudades que me atormentam
na dura ausência de meu amor.”
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
A alegria no conformismo
Já me conformei pois
nunca serei poeta
e nunca farei musica
nunca serei revolucionaria
e nunca andarei na moda
Mas sei
que sempre serei
amante da boa musica
amante da poesia
a favor de mudanças
e me vestirei confortavelmente
E sei que
farei o possível
para ser o mais feliz
que puder!
Zara Abrahão Ramos
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Casa arrumada!
Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições
fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos... Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.
sexta-feira, 22 de julho de 2011

Surpreendente como assuntos importantes para a sociedade brasileira viram clichês utilizados na mídia, a inclusão racial é um assunto que nunca deveria se tornar banal e irrelevante, pois é através da inclusão e melhora na qualidade de vida do negro que poderemos manter a nossa identidade cultural.
O Brasil não é e nunca será um país euro-amerino, não somos uma sociedade formada por pessoas branquinhas com olhos claros assim como as teledramaturgias e as propagandas gostam de exibir.
Não é este o padrão de cor dos brasileiros e não deveria ser este o padrão de beleza.
O negro é exposto na mídia como o causador de problemas, como o ladrão e o marginal, e é sempre estigmatizado, não é apresentado como o protagonista principal, que é bem sucedido e importante. Na TV o negro é sempre o operário, o empregado e o inferiorizado, esta exposição pejorativa cria no imaginário da sociedade que o negro foi escravo e continua servindo a comunidade branca, sem possíveis mudanças na sociedade estagnada.
No jornalismo brasileiro a discriminação é ainda mais agravada, até a Dinamarca tem mais jornalistas negros do que o Brasil, e devemos de fato, criar medidas para inclusão de forma digna do negro nos meios de comunicação.
A mídia deveria pôr a vista, de forma clara e explicita, as discriminações sofridas pela comunidade negra, deixando evidente que a escravidão no Brasil deixou de existir somente no papel e que ela ainda existe na consciência das pessoas.
Zara Abrahão Ramos
quinta-feira, 21 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
Amor para recomeçar! - Frejat

Eu te desejo
Não parar tão cedo
Pois toda idade tem
Prazer e medo...
Feio e bastante
Que você consiga
Ser tolerante...
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...
Que você ganhe dinheiro
Pois é preciso
Viver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é mesmo
O dono de quem...
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar....
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Se responsabilize por sua vida
Afinal quem melhor para assumir a responsabilidade pelos próprios atos se não nós mesmos?
É muito injusto dizer que os outros são capazes de influenciar tanto sua vida que possa realmente detona-la, se você permitiu que houvesse influências externas é por que não houve convicção em si mesmo, não houve confiança e auto-estima.
Obviamente que os fatores externos podem contribuir para o naufrágio de uma vida estável, como a saída de um emprego, a morte de alguém próximo e outros fatores que estão acima do nosso controle.
Porém, no cotidiano há pessoas que sempre tentam constranger, denegrir ou ferir os nossos sentimentos e emoções, por isso que quando estamos felizes quase nunca ninguém se interessa pelo motivo de tanta alegria, porém se estamos triste é obvio que irá surgir diversas pessoas curiosas para saber sobre nossas angustia, se o mundo não fosse assim os jornais nunca fariam o sucesso que fazem. O Ser Humano gosta de tragédia.
A culpa não esta nas pessoas que bisbilhotam nossas vidas, mas sim na maneira como vamos considerar estas intromissões, se deixarmos influenciar em nossa conduta e opiniões ai estaremos fazendo mal para nós mesmo.
Faça o teste, quando seu professor entregar a nota de alguma prova e ela for uma nota boa provavelmente você irá pensar “Tirei
Os pais são sempre os primeiros a serem culpados e colocados em julgamento, pois as suas ações e opiniões influenciam seus filhos por longos anos, porém as opiniões dos nossos educadores não influenciam para sempre, pois quando crescemos temos o dever de assumir nossas próprias convicções e opiniões.
A vida fica um pouco mais cruel quando assumimos a responsabilidade sobre si mesmos, afinal deixamos de se escorar nos outros e passamos para a fase de amadurecimento e crescimento individual. Suas decisões podem e vão influenciar sua vida, e certamente você terá que dar conta delas, portanto cautela ao formar conceitos e ao partir para a ação.
Seja responsável por você, seja autêntico e sincero consigo mesmo, é garantido que a vida ficará mais justa e confortável, afinal as escolhas e as conseqüências serão sempre por sua conta, você não terá que dar satisfação á ninguém.
Zara Abrahão Ramos
terça-feira, 21 de junho de 2011
para pensar...
O Segredo do Casamento
Meus amigos separados não cansam de me perguntar como eu consegui ficar casado trinta anos com a mesma mulher. As mulheres, sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.
Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo.
Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas, dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue.
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade, já estou em meu terceiro casamento - a única diferença é que me casei três vezes com a mesma mulher. Minha esposa, se não me engano, está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes do que eu.
O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher. O segredo no fundo, é renovar o casamento, e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal. De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos, é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, voltar a se vender, seduzir e ser seduzido.
Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial? Há quanto tempo não fazem uma lua de mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar nos inúmeros quilos que se acrescentaram a você, depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 quilos num único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo? Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo e a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é sua esposa que está ficando chata e mofada, são os amigos dela (e talvez os seus), são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração. Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo círculo de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento. Mas, se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas, e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.
Não existe essa tal "estabilidade do casamento", nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos. A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma "relação estável", mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensando fazer no início do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, por que não fazer na própria família? É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.
Portanto, descubra o novo homem ou a nova mulher que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo e interessante par. Tenho certeza de que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso, de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.
Stephen Kanitz
Editora Abril, Revista Veja, edição 1922, ano 38, nº 37, 14 de setembro de 2005, página 24
"O objetivo do casamento não é escolher o melhor par possível mundo afora, mas construir o melhor relacionamento possível com quem você prometeu amar para sempre. Um dia vocês terão filhos e ao colocá-los na cama dirão a mesma frase: que irão amá-los para sempre. Não conheço pais que pensam em trocar os filhos pelos filhos mais comportados do vizinho. Não conheço filho que aceite, de início, a separação dos pais e, quando estes se separam, não sonhe com a reconciliação da família. Nem conheço filho que queira trocar os pais por outros "melhores". Eles aprendem a conviver com os pais que têm."
Stephen Kanitz
Espaço Informativo
sexta-feira, 17 de junho de 2011

Vamos levar vantagem
O Brasil vive no caos da prestação de serviços, os atendimentos são de péssima qualidade, o respeito pelo consumidor e pelo ser humano quase é inexistente.
Estamos tão acostumados com serviços de baixa qualidade que quando alguma empresa nos trata de forma personalizada e individualizada logo pensamos que é interessante para a organização, e claro, trará algum lucro á ela.
Duvido que você já tenha ouvido alguém dizer que a Telefônica retornou a ligação para esclarecer a respeito da reclamação que estava
Há algum tempo comprei uma Multifuncional no site do Submarino, a previsão de entrega era de quinze dias – entrega convencional, e obviamente que não foi cumprido este prazo. Dois meses e muitos protocolos e a entrega da impressora nada, entrei com processo na Pequenas Causas, e adivinhem só?! Minha impressora chegou, e claro eu recusei e devolvi sem nem mesmo olhar a nota fiscal. Afinal, depois de dois meses, já tinha comprado outra.
A questão dramática neste contexto é a falta de respeito que o atendimento destas empresas tem para com o consumidor, no caso da minha compra foram oito protocolos e absolutamente nenhuma solução, e isso é comum e inconveniente.
Outras operadoras, como as de cartões de crédito e financeiras faltam só sair distribuindo credito nas praças, assim como as operadoras de telefonia móvel que distribuem chips, sem nem mesmo cadastra-los, afinal para que saber se estes chips serão usados em presídios, isso mesmo não lhes interessa.
As taxas são altíssimas, os fretes um abuso, os impostos os mais altos do mundo e o retorno? Um país com o pior índice de satisfação dos clientes, desconfiança e desrespeito, pois no Brasil o importante mesmo é levar vantagem em tudo que puder.
Zara Abrahão Ramos
terça-feira, 14 de junho de 2011

Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Nao há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
domingo, 29 de maio de 2011
As analises de Stephen Kanitz
O consultor de empresas e conferencista Stephen Kanitz é mestre em administração de empresas pela conceituada Universidade Harvard e atualmente é articulista da Revista Veja e arbitro da Bovespa. Stephen Kanitz é criador da Edição Melhores e Maiores da Revista Exame, criador e organizador do Prêmio Beneficente e ex-comentarista econômico da TV Cultura de São Paulo, articulista da Seção Ponto de Vista da Revisa Veja, desde 1998. Kanitz analisa a sociedade e suas condutas, empregando com clareza as idéias e argumentos, que são requintados ao bom gosto da linguagem utilizada por ele.
Autor do artigo “Revolucione a Sala de Aula”, publicado em 18 de outubro de 2000, na Revista Veja, Kanitz utiliza argumentos para expor a forma arcaica que as escolas utilizam para educar os alunos, porém defende a importância do professor na sociedade, pois segundo ele, são responsáveis pelo futuro da nação.
No Brasil, o sistema educacional é baseado na “titúlocracia”, valoriza-se mais os títulos do que o educador em si, este conflito de valores ocasiona na formação de intelectuais passivos, que recebem o conhecimento sem questionar e assimilar a questão e não sabem estabelecer parâmetros de comparação com argumentos plausíveis, saindo da teoria e solucionando realmente o problema.
Segundo Kanitz, o ensino no Brasil é formado por perguntas prontas e definidas, sem exigir do aluno um questionamento aprofundado do problema, em seu texto “Qual é o problema?”, publicado na Revista Veja em 30 de março de 2005, Kanitz afirma que este tipo de questionamento pronto é mais fácil para o professor e para o aluno, pois ambos ficam em situação de conforto, o professor na posição de sábio e intelectual e o aluno permanece acomodado sem precisar pensar além do necessário.
Fora do ambiente escolar o método de perguntas e respostas não é o suficiente para alcançar sucesso, pois é necessário descobrir as perguntas para que elas sejam respondidas. Os melhores profissionais são aqueles que sabem formular bons questionamentos e principalmente estão sempre buscando se aprofundar e aprender mais sobre todos os assuntos.
Em seu artigo crítico “O poder da validação”, publicado na Revista Veja, em 20 de junho de 2001, Stephen Kanitz afirma que passamos muito tempo valorizando o que não gostamos e nos esquecemos do que é importante, assim como citado por ele: “Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos”. No sistema educacional brasileiro uma grande parcela dos professores estão preocupados em se enaltecer que esquecem que educar exige humildade e compreensão. Todo ser humano é inseguro por natureza, e louvar a si mesmo ajuda a aumentar a auto-estima e diminuir a insegurança.
Por isso, segurança é algo temporário, pois depende dos outros e não somente de cada individuo, para se sentir seguro é necessário que as pessoas se validem, ou seja, confirmar que elas existem e que tem valor diante da sociedade, e dizer aos próximos à importância que eles têm, e dizer quão especial eles são.
Os professores que desenvolvem o hábito de validar seus alunos, elogiando, sorrindo, aceitando a forma como eles são, conseguem mudar a conduta dos estudantes, pois eles se sentem seguros e acreditam em si mesmos. A falta de validação gera uma sociedade mais consumista e individualista, “criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser” afirma Stephen Kanitz.
De um modo geral, Stephen Kanitz analisa a sociedade, expondo de maneira concisa os problemas da mesma, em seus artigos Kanitz buscar prender a atenção do leitor com uma linguagem simples e idéias bem elaboradas, sempre reportando os problemas ás soluções, e indicando condutas sociais que devem ser mudadas. Stephen Kanitz lembra que o importante da vida são, indiscutivelmente, as pessoas.
Zara Abrahão Ramos
Referências Bibliográficas:
Kanitz, Stephen. Revolucione a sala de aula, Revista Veja, São Paulo, ano 33, nº 42, p. 23, de 18 outubro de 2000.
Kanitz, Stephen. Qual é o problema. Revista Veja, São Paulo, ano 38, nº 13, p. 18, de 30 Março de 2005.
Kanitz, Stephen. O poder da validação. Revista Veja, São Paulo, ano 34, nº 24, p. 22, 20 de Junho de 2001.
Webgrafia:
Kanitz, Stephen. “Currículo”. Disponível em <http://www.kanitz.com/bio_kanitz.htm>. Acesso em 17 de Maio de 2011.
sábado, 14 de maio de 2011
O poder da validação

Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho.
Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.
Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança?
Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.
Segurança depende de um processo que chamo de "validação", embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.
Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição.
Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: "Você tem significado para mim". Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "Gosto de você pelo que você é". Quem cunhou a frase "Por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.
Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo", que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.
Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder.
Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.
Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu, cara, valeu".
Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja.
Stephen Kanitz
Artigo publicado na Revista Veja, edição 1705, ano 34, nº 24, 20 de junho de 2001, pág.22





























